Material 10/03/2019

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APERFEIÇOADOS E CAPACITADOS COM PODER!

“Ora, o Deus da paz, que tornou a trazer dentre os mortos a Jesus, nosso Senhor, o grande Pastor das ovelhas, pelo sangue da eterna aliança, vos aperfeiçoe em todo o bem, para cumprirdes a sua vontade, operando em vós o que é agradável diante dele, por Jesus Cristo, a quem seja a glória para todo o sempre. Amém!” (Hebreus 13.20-21). Cristo derramou o sangue da eterna aliança. Por meio dessa redenção bem-sucedida, ele obteve a bênção da ressurreição dentre os mortos. Agora, ele é o nosso vivo Senhor e Pastor. E por causa disso tudo, Deus faz duas coisas: 1. Ele nos aperfeiçoa com tudo o que é bom para que possamos cumprir a sua vontade; 2. Ele opera em nós o que é agradável diante dele. A “eterna aliança”, garantida pelo sangue de Cristo, é a nova aliança. E a promessa da nova aliança é esta: “as minhas leis, também no coração lhas inscreverei” (Jeremias 31.33-34). Portanto, o sangue dessa aliança não apenas assegura que Deus nos aperfeiçoa para que cumpramos a sua vontade, mas também garante que Deus opera em nós para tornar esse aperfeiçoamento bem-sucedido. A vontade de Deus não está apenas escrita em pedra ou papel como um meio de graça. Está operando em nós. E o efeito é que nós sentimos, pensamos e agimos de maneiras mais agradáveis a Deus. Nós ainda estamos ordenados a usar a capacitação que Ele nos dá: “Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor”. Porém, o mais importante é que o motivo nos é revelado: “Porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade” (Filipenses 2.12-13). Se nós somos capazes de agradar a Deus — se realizamos a sua boa vontade — é porque a graça de Deus, comprada pelo sangue, passou da mera capacitação para a transformação onipotente. 

                                                            John Piper (voltemosaoevangelho.com)

Estudo Dirigido para Candeias

Um Deus Perfeito para Pessoas Imperfeitas 

Texto Base: Hebreus 10.1-14

As coisas mais perfeitas são de extremo valor! Pense no mais perfeito dos diamantes, quanto ele custaria? Ou o mais luxuoso e cobiçado de todos os carros, qual seria o seu preço? Contudo, em termos de perfeição, nada nem ninguém se compara a Deus. Se um simples objeto pode comunicar a ideia de valor por sua beleza, qual deveria ser nosso espanto e admiração diante da formosura do Criador? Não obstante, sabemos o quanto somos imperfeitos e indignos. Como, então, se aproximar desse Deus cuja perfeição é a mais admirável das riquezas? Reflitamos: 

1. O texto começa nos informando que Deus nos deu uma Lei. No Velho Testamento ela era representada em forma de sacrifícios. Quais eram sua limitação e objetivo? (Veja os versos 1,3 e 4)

2. Há muitas pessoas que continuam crendo que através de seu esforço pessoal conseguirão se aproximar de Deus. Fazem algum tipo de sacrifício como forma de barganha. Mas conforme o texto nos versos 5 a 7, qual foi a providência do próprio Deus em nosso favor?

3. “Um Deus perfeito providenciou um sacrifício perfeito para pessoas tão imperfeitas”. (Veja o verso 10) Você já olhou para Jesus assim? Que pensamentos ou sentimentos veem ao seu coração diante dessa declaração?

4. Apesar de ter sido sacrificado, conforme o texto onde Jesus está? Como isso pode lhe “comprar” o acesso ao Deus perfeito? (v. 12-14)

Oremos:

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